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Celebração é um desejo só das noivas?

  • Foto do escritor: partilharhistorias
    partilharhistorias
  • 26 de mai.
  • 1 min de leitura

O imaginário popular - para não dizer estigma - é um tanto complicado, né? Bom, pelo menos para mim. Afinal, todos esses panos de fundo, da construção do coletivo, às histórias que pertencem à vida de todos, quando, na verdade, não são de ninguém, só servem de rótulo. E, sem conclusões longas: pouco prestam!


Quem foi que disse que contratar uma celebração incomum, diferenciada, personalizada, ou seja qual for o nome (rótulo) dado, é vontade exclusiva das noivas (leia a mulher, parceiro ou parceira que mergulha nessa cultura desde criança, incluindo vivências em família e contos de fadas)? 


Em pleno 2026, os parceiros não podem sentir, querer, compartilhar e decidir em conjunto? Não só podem, como devem. E, continuando na linha sincerona, se não for assim, nem dá match comigo!


Não digo isso por estar levantando bandeiras sobre os papéis nas relações, mas sim por acreditar que histórias se esbarram, se cruzam e trilham caminhos próprios em par. Logo, o ímpeto e a participação no processo têm que ser em conjunto


Para mim, não é só um lado que sente, que fala, que anseia viver um momento único. Pegou a visão? O mantra aqui é por partilha sincera 😉, vibração e sintonia para uma entrega extraordinária.


No trabalho que tem a realidade como ferramenta, o que se busca é beleza (por vezes oculta), os seus nós e o olhar cotidiano, que desperta para as melhores histórias do mundo.


Gostou desse texto? Compartilha com seu amor ou com algum(a) amigo(a) que pretende casar!


Um beijo,


Juliane


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