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Como saber se contratamos a celebrante certa?

  • Foto do escritor: partilharhistorias
    partilharhistorias
  • 29 de abr.
  • 2 min de leitura

Opa, chegou a hora de escolher os fornecedores do casamento!


A assessoria chega com uma lista bem recomendada, destacando os prós e contras de cada um, porém, no que diz respeito ao celebrante, os perfis são variados:


  • A opção A faz mágica;

  • A opção B escreve poesia;

  • A opção C é despachada e “tem o molho”;

  • A opção D é iniciante, mas cabe no bolso e possibilita uma verba para as lembrancinhas…


Pronto. Começou o tormento! Afinal, se cada um tem um jeito de trabalhar e entrega algo dentro do que buscamos, como saber quem é o ideal para o dia especial?


Anota a dica prática: só é ideal quem dá “match” com o casal! Sabe.. mesma vibração, ideias de mundo semelhantes, que consiga levar aos noivos, familiares e amigos aquilo que desejam transmitir.


Identificamos isso comparando as propostas? Analisando as redes sociais? Vendo reels de casamentos anteriores? Bom, eu diria que são ferramentas úteis, mas não definitivas. Principalmente, porque pode ser alguém iniciante nesse universo, mas com uma enorme bagagem no meio corporativo, excelente oratória e que entregue além do imaginado por vocês.


O pulo do gato é agendar um bate-papo, entender linha de pensamento e editorial, questionar se é possível acessar algum conteúdo produzido ou conversar com algum casal atendido anteriormente. Se a conversa gerar confiança, siga adiante.


Nem sempre aquele celebrante que posta demais, fala sobre a sua visão no momento da cerimônia, vende rituais para colaborar com o lúdico do dia ou até tem metodologia, mas entrega um certo padrão, é o mais certeiro.


Acredite na conexão e no sentimento que tiverem na primeira conversa. Seus convidados, com certeza, terão a mesma impressão desse profissional e da sua entrega!


E detalhe: eu, quando promovo esse momento com os noivos, sempre falo o que faço, como faço e a maneira que sou, abertamente. Tentar se colocar em um molde que o mercado impõe é fechar contrato sem sinergia (algo que não faz muito meu tipo!).


Gostou desse texto? Compartilha com seu amor ou com algum(a) amigo(a) que pretende casar!


Um beijo, Juliane


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