Como uma celebração é criada?
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- 22 de mai.
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Que não há uma receita de bolo, os bons celebrantes já sabem. Só que a janela interpretativa se abre justamente no intervalo entre o que o profissional e os noivos entendem por processo criativo e, principalmente, por qual experiência ele resultará.
Da parte dessa celebrante aqui - um tanto incomum -, o processo criativo é diário.
Muito antes de conversar com os noivos, conhecer as suas histórias e compreender qual será o gancho para a narrativa no altar, realizo exercícios de observação (de tudo: pessoas, relações, natureza, meio urbano, arquitetura, etc.), escrita livre, escuta constante, síntese de histórias ficcionais e tantas outras coisas que compõem, ao longo dos anos, quem sou, como enxergo o mundo e como deixo fluir a minha curiosidade jornalística de relatar tudo (ou quase tudo) com imparcialidade, sem deixar vivências caírem no esquecimento.
Então, tome nota: você não adquire apenas um serviço.
Ao contratar um celebrante você terá contigo alguém capaz de transformar, por meio de seus conhecimentos, vivências e propósito, a sua história em legado; naquela famosa sensação que fica nos noivos e nos convidados de que nunca passaram por uma experiência similar.
Isso não tem outro nome senão autenticidade, que, mesmo com método de apuração, não se esvai e sequer se padronizada. Ainda bem!
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Um beijo,
Juliane




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