O amor é a única motivação do celebrante?
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- 13 de mai.
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Sabe quando a simplicidade do fazer começa a ser inundada por tendências, padrões sociais ou estrutura de negócios? Pois é, aí mora o perigo, principalmente - e na minha opinião - para os celebrantes sociais de casamento (fica comigo que eu explico melhor esse raciocínio).
Na tentativa de promover conexão com os noivos, seguir a receita de bolo dos concorrentes de sucesso e o que as assessorias buscam, bolar um branding que enalteça o amor real parece ser um caminho assertivo. Mas, será que funciona?
Para alguns, pode ser que sim. Para mim, não.
Isso porque a motivação que sempre tive desde antes de cursar Jornalismo foi a curiosidade por coisas, fatos, experiências e expressões ordinárias. Cada casal é um novo desafio, até mesmo quando os passos para o altar parecem rodeados de clichês.
E o meu trabalho consiste em identificar a manchete, o gancho, o roteiro que nem eles próprios podem considerar entremeado no cotidiano.
Alguns nomeiam isso de storytelling, de jornada do herói, de algum nome novo que a internet diz ser moda. Eu faço o caminho inverso: eu trabalho com a realidade. E eu sei que quando promovemos o exercício coletivo de olhar pra dentro, mergulhando nos pormenores da relação, é que despertamos para uma celebração única, exclusiva, inédita e memorável.
Como diria Carl Jung: "Quem olha pra fora, sonha; quem olha pra dentro, desperta"
E eu complementaria: "Quem vivencia uma celebração minha, guarda o contato por anos porque sabe que não é apenas marketing; é um processo legal de verdade!"
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Um beijo,
Juliane




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