O celebrante tem que ter um método para ser bom?
- partilharhistorias
- 15 de mai.
- 1 min de leitura

Você já reparou o quanto somos cercados de metodologias?
Elas estão presentes na ciência, no ensino, na condução de um projeto e nas celebrações também. Por que não?
Eu diria que nada mais é do que um caminho, testado na prática e que oferece resultados semelhantes para aqueles que o utilizam. Simples para quem por ele é conduzido; complexo para quem o desenvolve. Porém, deliciosamente feliz para quem entrega uma narrativa de fragmentos de vida!
Por aqui, escolhemos não nomear o método, mas explicá-lo como uma comida (alô, taurinos, tamo juntos!): nossa experiência é como degustar a famosa Bloomin' Onion® do Outback.
1) Começamos pelas beiradas (conhecendo a história na superficialidade e em uma visão conjunta);
2) Vamos avançando as camadas (e o nível de tempero da relação) até chegarmos na parte que a casquinha se derrete, chega a dar lágrima nos olhos, mas continuamos, adicionando molho e chegando ao núcleo do sentimento (de querer seguir a vida a dois ou estar com a barriga cheia).
Óbvio que regado a videochamadas, bate-papo individualizado por WhatsApp (e sem mostrar pro parzinho), auxílio na redação dos votos, checagem dos conteúdos para nçao haver repetição (um bom jornalista se atenta a isso) e a apresentação desse trabalho feito por sentimentos e mãos de um verdadeiro time. Emociona até quem diz não se emocionar. Confia!
Bora se aventurar na delícia de Partlhar HIstórias?
Gostou desse texto? Compartilha com seu amor ou com algum(a) amigo(a) que pretende casar!
Um beijo,
Juliane




Comentários