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O que essa celebrante tem a ver com a série The Pitt?

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    partilharhistorias
  • 15 de mai.
  • 2 min de leitura

Esse post é dedicado aos meus queridos casais médicos e àqueles, como eu, que curtem séries de drama premiadas e super intensas!


O disclaimer é básico: não há spoiler e muito menos propaganda, beleza?


Assisti a todas as temporadas da série, torci por alguns personagens, chorei com partidas, vibrei com procedimentos de sucesso e até fiquei brava com negacionistas... infelizmente, faz parte!


E, de jeito bem Juliane de ser, sentada com meu caderno nas mãos e deixando as ideias fluírem, percebi que a vivência do que é humano, seja no campo físico (do corpo humano em si), quanto nos demais, permeia a todos, independentemente do título profissional.


Na série, como no cotidiano de qualquer hospital que frequentemos, a cada caso, um universo. Humanidades que se cruzam em uma complexidade sem fim. É a saúde que chega em estado de alerta quando o social, o econômico, a comunicação, a genética ou a casualidade do atravessar de uma rua, da direção de um carro ou até da diversão demasiada colidem e se encontram com mentes inteligentíssimas, que também possuem suas fragilidades.


Fragilidades essas que, momentaneamente, são deixadas de lado para se aprofundarem no caos e buscarem soluções para um presente, capaz de sustentar passados e futuros de indivíduos, famílias, nações...


Obviamente que, enquanto jornalista, não tenho o conhecimento dos médicos (cada um com a sua especialidade! Até porque não posso com sangue!). Entretanto, gosto de ser conduzida por diversas realidades, ter a sensibilidade de escutar e pensar que, por meio disso e da transformação de falas em texto, eu consigo devolvê-las à humanidade. Essa forma, de intermediadora de relatos, memórias, desejos, anseios e tantas outras coisas, que me faz promover a valorização do infinito que cada um carrega em si. Já divaguei tanto nessa ideia que virei defensora do despertar do extraordinário no ordinário.


Então, da próxima vez que assistir a uma série como essa ou estar em um aparelho de saúde, em um ônibus lotado, em uma festa ou no trabalho, tente fazer esse exercício também!


A pergunta é: quem você é no jogo de enxergar humanidades?

Você vai se surpreender!


Gostou desse texto? Compartilha com seu amor ou com algum(a) amigo(a) que pretende casar!


Um beijo,


Juliane







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